La Fura dels Baus dão espetáculo no SBSR

  

La Fura dels Baus Transformer

La Fura dels Baus regressam ao Parque das Nações, em Lisboa, 20 anos depois de terem atuado na EXPO'98. Grupo catalão apresenta o espetáculo "IN-OUT // OUT UP", desenhado exclusivamente para o Super Bock Super Rock. Para ver a 21 de julho.

Uma performance cheia de metáforas poéticas, que conciliará música ao vivo, dança aérea, fogo-de-artifício, grandes elementos, interação com o público, fogo e água para um espetáculo grandioso. O espetáculo "IN-UP // OUT-UP" é composto por duas partes, explorando o melhor dos diversos ambientes que caracterizam o actual formato assumidamente urbano do Super Bock Super Rock: uma parte indoor, e outra ao ar livre. «Os portugueses que preparem os pescoços para olhar para cima», avisa Miki Espuma, diretor desta companhia teatral.

INDOOR:

 

A cantora de flamenco Mariola Membrives vai levantar voo sobre o público, dentro do Palco Super Bock. Da indumentária fazem parte saias com 8 metros de comprimento e a sua voz única e poderosa. Caráter e vertigem: o prelúdio perfeito para a Rede Humana Interna, que surgirá entre o público, com a música e os efeitos sonoros criados especialmente e tocados ao vivo por Miki Espuma. Serão momentos e coreografias muito plásticas e visuais, cheios de metáforas do quotidiano. Esta primeira parte será o embrião do que se poderá ver depois, ao ar livre.

La Fura dels Baus De Santis Andrea-rede humana

AO AR LIVRE:
Tirando partido do corredor existente da água que marca o cenário do Parque das Nações, um Transformer, juntamente com uma comitiva de personagens de fogo, vai passear entre o público em busca da sua amada, Mariola Membrives, que estará à sua espera no telhado. Nesse momento, já a usar outro vestido majestoso, a cantora de flamenco vai aceitar a oferta do Transformer, e sentar-se ao seu colo no meio de uma história de amor, enquanto canta uma linda canção. Toda esta sintonia despertará um enorme Cilindro Humano, formado por 42 pessoas, a dançar em uníssono, que entrará na água. Dançando para todo o público. À medida que a coreografia avança, esse cilindro humano começa a transformar-se numa rede, uma imensa Rede Humana, que se forma por cima da água, onde toda a energia, sintonia e cooperação dos artistas é refletida. A metáfora visual de que a união faz a força. A Rede Humana será formada por artistas da EPAOE - Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo do Chapitô.