Estudar lontras-marinhas no Alaska

  

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Estudante do Mestrado em Ecologia Aplicada da Universidade de Aveiro ganha bolsa Fulbright e muda-se para o Alasca, para estudar lontras.

Bárbara Cartagena Matos está há dois meses na cidade de Sitka, no sudoeste do Alasca, a estudar os hábitos alimentares das lontras-marinhas. Esta jornada foi possível, porque em 2015 ganha uma bolsa Fulbright, com um projeto de investigação que tenciona descobrir se as lontras-marinhas procuram alimento de acordo com o valor nutricional das várias espécies de invertebrados marinhos que constituem as suas presas, informa a UA.

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A bióloga, que pretende explorar esta questão emergente no ramo da Ecologia Comportamental, conta também com a colaboração da Allen Marine Tours, uma agência turística local de observação de vida selvagem. Esta ajuda tem-lhe permitido passar os seus dias a observar e a fotografar a alimentação das lontras, nas embarcações de turismo da empresa.        


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Bárbara tem ainda estado em contacto com o Sitka Sound Science Center ,o que lhe permitiu usufruir da cooperação com alguns biólogos deste centro de ciências local, por forma a tentar capturar alguns exemplares de presas de lontras, a serem analisadas em laboratório no NOAA Alaska Fisheries Science Center.

Segundo informa a Universidade de Aveiro, a estudante tem ainda aprendido novas técnicas de campo para o estudo de mamíferos marinhos, com a ajuda da orientadora externa, Heidi Pearson, da Univesity of Alaska Southeast. A aluna tem também mantido contacto com o orientador interno, Carlos Fonseca, professor e investigador do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro.

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