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O coordenador do projeto de regeneração urbana Remourban, Miguel Ângel Fuentes, vai estar no ISCTE-IUL, Conferência "IoT for Smart Cities", que decorre entre 24 e 28 de junho. 

O programa Remourban (Regeneration Model for Accelerating the Smart Urban) Transformation está a introduzir a “internet das coisas”, tecnologias limpas e novos modelos de negócios nas cidades em que intervém pela Europa. O coordenador do projeto, Miguel Ângel Fuentes, revela que está prevista a inclusão de cidades portuguesas neste projeto. De resto, informa o ISCTE, em comunicado, a passagem de Miguel Ângel Fuentes pelo ISCTE servirá para partilhar informações sobre as novas cidades em que o modelo vai ser testado. 

“Este projeto é totalmente replicável noutras cidades e pretende demonstrar como estas podem ser transformadas em ambientes mais inteligentes e sustentáveis para os seus cidadãos”, afirma Miguel Ângel Fuentes. A presença do espanhol pelo ISCTE insere-se no âmbito da conferência “IoT for Smart Cities” que vai decorrer entre 24 a 28 de junho no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa. Organizada pelo ISTAR – Centro de Investigação em Ciências da Informação, Tecnologias e Arquitetura, este evento conta com Juan M. Navarro (da Universidade Católica San António, em Murcia) e Kinda Al-Sayed (da University College London) como outros dos conferencistas convidados.

Três cidades europeias (Nottingham (Reino Unido), Tepebasi/Eskisehir (Turquia) e Valladolid (Espanha) aderiram ao projeto Remourban (projeto europeu financiado pelo Horizonte 2020), sendo que os resultados já se fizeram sentir, acrescenta a mesma fonte: a fatura de energia baixou para metade e os níveis de CO2 diminuíram 80%. 


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Desde 2015, já foram adaptados mais de 900 apartamentos para aumentar a eficiência energética através de um sistema de monitorização em tempo real. Ao mesmo tempo apoiou-se a aquisição pelos habitantes de quase 200 veículos elétricos, tendo-se multiplicado pela malha urbana os pontos de recarga. Para além de diminuir o consumo de energia, os objetivos são melhorar todos os transportes, reduzir a poluição atmosférica e desenvolver soluções de armazenamento de redes inteligentes. 

Os testes do modelo estão agora a ser replicados nas cidades de Seraing, na Bélgica, e de Miskolc, Hungria. “Depois disso vamos avançar para outras cidades europeias, nas quais pensamos incluir algumas portuguesas que estão a trabalhar o seu ecossistema através de soluções inteligentes e sustentáveis”, afirma o coordenador do projeto Remourban. 


ISCTE com projetos de “smart school”

As novidades que ligam o ISCTE-IUL à regeneração urbana não ficam por aqui. O laboratório LoRaLAB – sediado no ISCTE e que resulta de uma parceria entre o ISTAR e a CISCO – lançou duas unidades-piloto de IoT que permitem recolher dados ambientais e fazer uma monitorização dos consumos de energia em tempo real.

Através da instalação de 40 sensores num projeto piloto num infantário foram geradas leituras de dados que apontaram alguns desvios energéticos. “A identificação de gradientes de temperaturas no interior e exterior dos edifícios indicou-nos janelas abertas durante a noite e luzes acesas sem a presença humana”, afirma João Ferreira, professor ligado ao laboratório.

O projeto está agora numa segunda fase, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, na qual o foco é influenciar os comportamentos dos cidadãos em espaços públicos cuja fatura energética não é paga pelos consumidores. 

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