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A eduroam atingiu, em 2019, o máximo da sua cobertura, chegando agora a 101 países. Em 2003, tudo começou com um projeto de seis países, onde se incluía Portugal. Sabe tudo sobre esta rede que, em Portugal, é gerida pela Unidade de Computação Científica Nacional da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

É uma das poucas certezas da vida académica. Qualquer estudante, independentemente da idade ou área de estudos, já disse as seguintes palavras: “Estou ligado à eduroam”. Em Portugal, esta possibilidade chegou há 16 anos, ao integrar o lote de seis países “pioneiros” desta iniciativa, juntamente com Holanda, Finlândia, Portugal, Croácia e Reino Unido. Desde então, este número cresceu. E muito. 

Hoje, a rede eduroam chega a 101 países, cumprindo aquele que foi o seu objetivo inicial, avança a FCT: “disponibilizar à comunidade académica um serviço de mobilidade”, garantindo o acesso à internet a instituições de ensino superior e investigação. Na Europa, por exemplo, contam-se mais de 15 mil hotspots. Em Portugal, de acordo com os números oficiais, existem 61 instituições aderentes, num total de 163 pontos de acesso em solo nacional.

Foi na Europa que tudo começou, mas rapidamente a rede eduroam alcançou uma escala global. Por essa razão, em 2010, foi criado um comité internacional, com representantes de nações de todos os continentes.

Do ponto de vista técnico, a eduroam funciona numa ligação hierarquizada de servidores (que contêm usernames e passwords). É a partir desta estrutura que é feita a acreditação dos utilizadores, permitindo a navegação segura. A eduroam destaca que “de forma a proteger a privacidade dos utilizadores, são utilizados os padrões mais atualizados de encriptação de dados”. Os dados recolhidos pela instituição não podem ser partilhados com nenhuma outra entidade.

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Quem faz a gestão da eduroam?

Em Portugal, a gestão e acompanhamento da eduroam está a cabo da Unidade de Computação Científica Nacional da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Esta é a entidade fundadora da Rede Ciência, Tencnologia e Sociedade – a rede nacional de ensino e investigação (internacionalmente conhecidas como NRENs).

Nesse sentido, esta unidade da FCT é responsável por responder às necessidades da comunidade de estudantes, de ensino e de investigação, nomeadamente nas áreas de computação, segurança e conetividade. Atua ainda nas áreas da colaboração e do conhecimento, prestando outros serviços que poderás conhecer como a b-on (a Biblioteca do Conhecimento Online), o Educast (o portal de gravação, edição e publicação de aulas ou outros conteúdos educativos) ou o Arquivo.pt (o website que permite pesquisar e aceder a páginas web preservadas desde 1996).

Para conheceres todos os projetos que a Unidade de Computação Científica Nacional coloca ao teu dispor, podes visitar o website fccn.pt.


Descarrega a aplicação Eduroam Companion

Foi lançada em 2018 uma versão renovada da aplicação da eduroam, que ajuda os utilizadores a encontrar hotspots eduroam e a acompanhar o crescimento da rede. A aplicação está disponível gratuitamente na App Store e na Google Play.


Mais do que universidades

A ligação eduroam não se fica pelas instituições de ensino superior. Para além de 4000 edifícios públicos, esta rede marca também presença em cerca de 40 aeroportos internacionais.

 

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