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Termina a quinta edição do Leiria-in. Para o futuro, ficam os conhecimentos acumulados nesta academia que colocou estudantes de secundário em contacto direto com o mundo da indústria e da tecnologia. 

No último dia, a manhã começou em duas frentes. Enquanto metade dos participantes se dirigia para a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), a outra metade visitava a empresa DRT. 

Nesta empresa de fabricação de moldes, os estudantes foram recebidos  por um dos responsáveis da empresa, Eduardo Ribeiro, que destacou o trabalho realizado pela DRT no setor dos moldes de componentes para automóveis. “Esta é uma indústria muito exigente e competitiva”, destacou, começando depois a visita pela parte comercial da empresa. 

A ligação com o cliente foi destacada como o primeiro passo de um processo que envolveu a passagem pelo departamento de design, engenharia, metrologia e pelas oficinas. Os moldes produzidos têm, em regra, acrescentou, uma garantia “de sete anos ou de um milhão de peças”. 

Enquanto isso, os restantes participantes visitavam dois laboratórios da ESTG: de robótica e de engenharia automóvel. Criado em 1997, o Laboratório de Engenharia Automóvel foi, em 2016, alvo de uma amplicação que duplicou a área de trabalho. 

A sua criação foi uma aposta estratégica do Politécnico de Leiria, ao criar um espaço inovador no território nacional. Para tal, acrescentou o professor, houve uma especialização de recursos humanos e materiais em áreas como segurança, aerodinâmica e eletrónica. 

De resto, frisou o responsável, a área da eletrónica é, hoje, peça fulcral no contexto da engenharia automóvel. “Um automóvel é, cada vez mais, controlado por eletrónica”, reforçou. 

Já nos laboratórios de robótica, o foco foi a interação com diferentes tipos de tecnologias que assumem cada vez mais protagonismo, face à entrada na Indústria 4.0. Como tal, foi possível conduzir robôs, por exemplo, com recurso ao telemóvel e a uma aplicação. 

A tarde foi passada na Praia de São Pedro de Moel, com o indispensável sol a marcar presença e a permitir mesmo alguns mergulhos. 

A fechar a semana, as quatro equipas do Leiria-In apresentaram as suas criações artísticas inspiradas nos eventos da semana. Uma rádio local que passa covers industriais de hits, um torneio de combates entre personagens da semana, 

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Chega assim ao final a quinta edição da Academia da Indústria. Durante cinco dias, foram visitadas 21 empresas, para além de centros de investigação ou escolas superiores. 

Leiria-In #5: é no final que tudo começa

Termina a quinta edição do Leiria-in. Para o futuro, ficam os conhecimentos acumulados nesta academia que colocou estudantes de secundário em contacto direto com o mundo da indústria e da tecnologia.

No último dia, a manhã começou em duas frentes. Enquanto metade dos participantes se dirigia para a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), a outra metade visitava a empresa DRT.

Nesta empresa de fabricação de moldes, os estudantes foram recebidos  por um dos responsáveis da empresa, Eduardo Ribeiro, que destacou o trabalho realizado pela DRT no setor dos moldes de componentes para automóveis. “Esta é uma indústria muito exigente e competitiva”, destacou, começando depois a visita pela parte comercial da empresa.

A ligação com o cliente foi destacada como o primeiro passo de um processo que envolveu a passagem pelo departamento de design, engenharia, metrologia e pelas oficinas. Os moldes produzidos têm, em regra, acrescentou, uma garantia “de sete anos ou de um milhão de peças”.

Enquanto isso, os restantes participantes visitavam dois laboratórios da ESTG: de robótica e de engenharia automóvel. Criado em 1997, o Laboratório de Engenharia Automóvel foi, em 2016, alvo de uma amplicação que duplicou a área de trabalho.

A sua criação foi uma aposta estratégica do Politécnico de Leiria, ao criar um espaço inovador no território nacional. Para tal, acrescentou o professor, houve uma especialização de recursos humanos e materiais em áreas como segurança, aerodinâmica e eletrónica.

De resto, frisou o responsável, a área da eletrónica é, hoje, peça fulcral no contexto da engenharia automóvel. “Um automóvel é, cada vez mais, controlado por eletrónica”, reforçou.

Já nos laboratórios de robótica, o foco foi a interação com diferentes tipos de tecnologias que assumem cada vez mais protagonismo, face à entrada na Indústria 4.0. Como tal, foi possível conduzir robôs, por exemplo, com recurso ao telemóvel e a uma aplicação.

A tarde foi passada na Praia de São Pedro de Moel, com o indispensável sol a marcar presença e a permitir mesmo alguns mergulhos.

A fechar a semana, as quatro equipas do Leiria-In apresentaram as suas criações artísticas inspiradas nos eventos da semana. Uma rádio local que passa covers industriais de hits, um torneio de combates entre personagens da semana,

Depois de 21 empresas visitadas, 7

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