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O desafio da transformação digital vai marcar, no próximo ano letivo, toda a oferta curricular do ISCTE: a disciplina Introdução à Ciência de Dados está disponível para todas as licenciaturas, haverá uma nova licenciatura nesta área e uma pós-graduação. 

No próximo ano letivo, o ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) será a primeira universidade em Portugal a disponibilizar uma nova unidade curricular em Ciência de Dados em todas as licenciaturas: será uma cadeira de último ano, de lecionação multidisciplinar, onde docentes das diversas áreas do ISCTE vão colaborar. Para além de uma nova pós-graduação na mesma área, esta universidade será também a primeira do país a oferecer uma nova licenciatura em Ciência de Dados.

“A Ciência de Dados posiciona-se como uma ferramenta transversal a todas as áreas do conhecimento, tal como hoje é o inglês”, afirma Jorge Costa, vice-reitor do ISCTE e responsável pela área dos sistemas de informação da instituição. “A aplicação da Ciência de Dados vai ser decisiva em tudo o que se relaciona com a gestão, mas também com as engenharias, com o jornalismo ou, outro exemplo, com a medicina – seja na identificação de aspetos clínicos, seja para identificar padrões na aplicação dos medicamentos”.

Na organização dos “curricula” para o próximo ano letivo, o ISCTE considera indispensável preparar os alunos de todos os cursos para os desafios da transformação digital. “A responsabilidade das universidades inclui tanto a formação de alto nível de peritos em inteligência artificial, informática e análise de dados, como a capacitação de profissionais de diferentes áreas para os desafios colocados pela aplicação da ciência de dados em todos os setores de atividade económica e social”, afirma a universidade no seu site.

A disciplina de Introdução à Ciência de Dados, que passará a fazer parte de todos os últimos anos, será adaptada às escolas de Sociologia e Politicas Públicas, de Gestão, de Ciências Sociais e Humanas e de Tecnologias e Arquitetura: em cada uma das escolas do ISCTE, os casos serão adaptados às respetivas áreas de conhecimento”, afirma Jorge Costa, que para além de vice-reitor é docente e investigador de Engenharia Eletrotécnica, especializado em Telecomunicações. “No caso da Gestão, por exemplo, serão reforçados os conteúdos que tratam dos sistemas de informação de apoio à decisão, no caso das Ciências Humanas, os conteúdos terão focos diferentes no tratamento dos dados”.

Quando à nova licenciatura – e, também, a nova pós-graduação – a grande preocupação é a transversalidade do conhecimento, o qual vai desde o raciocínio computacional, até à interpretação dos resultados obtidos pelos modelos. “A Ciência de Dados necessita de desenvolver novas ferramentas, mas também necessita de profissionais que saibam implementar as ferramentas criadas. Depois precisa de quem saiba interpretar a informação que for gerada e saiba comunicar os resultados para a tomada de decisão”, afirma Jorge Costa.

A grande vantagem do ISCTE neste domínio, defende o vice-reitor, é que tem no seu interior todas as áreas que permitem, quer do ponto de vista da investigação, quer do ponto de vista do ensino, fazer a ponte entre as diferentes áreas da Ciência de Dados. O ISCTE congrega todas as competências necessárias – das engenharias e tecnologias da informação, a matemática e estatística, até à sociologia e ciências sociais e à gestão e marketing – num único campus, tendo um corpo docente que está em permanente interação com o mundo empresarial, com a Administração Pública e com outras instituições de Ensino.

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