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A 25 de abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. O livro de Fábio Monteiro conta as suas histórias.

 Falamos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos.

'Esquecidos em Abril' é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do “dia inicial inteiro e limpo” pertenceu aos cravos nos canos das espingardas. O prefácio é de Miguel Real, escritor, ensaísta e professor de filosofia.Fábio Monteiro é jornalista. Em 2015, ganhou o prémio Gazeta Revelação, atribuído pelo Clube de Jornalistas, pela série de reportagens “Pendurados num Sonho”, publicadas no Observador. Já em 2017, ganhou o Prémio Branquinho da Fonseca, atribuído pelo semanário Expresso e pela Fundação Calouste Gulbenkian, na modalidade infantil, com o original “A Construção do Mundo” (ed. Livros Horizonte, 2018).  

O livro será apresentado por Irene Flunser Pimentel a 16 de abril, às 18h30 no Museu do Aljube, em Lisboa. No dia 22 de abril, pelas 18h30, acontece uma sessão no Porto na Fnac Norteshopping, com apresentação do jornalista Pedro Santos. Estão agendadas outras sessões em Castelo Branco e Vila Real.

 

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