Os resultados do estudo foram publicados na revista científica “Nature Neuroscience” e demonstram que há um grupo de neurónios que é responsável pela entrada e saída de memórias no cérebro. Ou seja, estas células do sistema nervoso é que “decidem” o que deve, ou não, ficar memorizado na tua mente.

Na prática, quando as células estão desativadas, todos os cheiros e sensações são “gravados” no cérebro. Se, por outro lado, estes neurónios estão ligados, o cérebro foca-se mais em reações que acontecem no próprio cérebro, dando maior destaque às memórias já existentes.

É certo que tem alguma graça compreender este fenómeno que se passa nas mentes de todos nós, durante todos os dias da nossa vida. No entanto, há uma razão ainda melhor para festejar a descoberta: estas conclusões poderão vir a ajudar no tratamento dos doentes de Alzheimer. 

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