O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences e desenvolvido por uma equipa de duas cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro. As experiências levadas a cabo por Suzana Herculano-Houzel e Karina Fonseca-Azevedo revelou que uma dieta baseada em alimentos crus traz limitações energéticas a primatas, ao passo que as refeições cozinhadas têm mais nutrientes que nos fazem ter o cérebro mais desenvolvido.

Além disso, os horários alimentares dos primatas são mais espaçados do que os dos humanos, sendo que os gorilas e chimpanzés costumam ficar entre sete e oito horas sem ingerir alimentos.

O cérebro é o responsável por 20 por cento do consumo energético no corpo humano, pelo que os alimentos cozinhados dão maior força ao nosso órgão mais poderoso.