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A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) acaba de publicar o seu relatório anual, Education at a Glance, das quais citamos as principais conclusões.

Em 2018, 44% da população com idade entre os 25?34 anos tinha um curso superior, em comparação com 35% em 2008, em média, nos países da OCDE. A vantagem que os jovens adultos com Ensino Superior têm em termos de emprego relativamente aos que têm o segundo ciclo do Ensino Secundário tem?se mantido relativamente constante ao longo da última década. As pessoas entre os 25?34 anos de idade com Ensino Superior ganham 38% mais do que os seus pares com o segundo ciclo do Ensino Secundário, enquanto os de idade entre os 45?54 anos ganham 70% mais.

A disponibilização de mecanismos de apoio financeiro ajudou a tornar o Ensino Superior mais acessível a mais pessoas. Nos países com as propinas mais caras, mais de 70% dos estudantes beneficiam de subsídios ou empréstimos. A progressão até ao nível de mestrado ou doutoramento tem permanecido constante entre gerações.

Alguns setores continuam a ter dificuldade em encontrar os trabalhadores qualificados de que necessitam. Apesar de a engenharia, indústria e construção, assim como as tecnologias da informação e da comunicação serem dois domínios que estão mais habitualmente associados aos melhores resultados em termos de mercado de trabalho, apenas 14% dos licenciados obtiveram uma licenciatura naquele primeiro domínio e 4% no segundo em 2017. As mulheres estão particularmente sub?representadas: em média, nos países da OCDE, menos de 25% dos entrantes nestes domínios são mulheres.

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As transições a partir do segundo ciclo do Ensino Secundário e os sistemas de admissão ao ensino superior influenciam a progressão ao longo do ensino. Mais de 40% dos jovens com 19?20 anos de idade em quase metade dos países da OCDE estão matriculados em programas do Ensino Superior. A entrada no Ensino Superior é aberta em mais de metade dos países e economias, enquanto outros países utilizam critérios seletivos, como desempenho académico, exames e, em alguns casos, escolha da formação no programa do segundo ciclo do ensino secundário.

Em média, nos países da OCDE, 17% dos alunos que entram pela primeira vez no ensino superior matriculam?se num programa de ciclo curto, em comparação com 76% que entram ao nível de bacharelato e 7% ao nível de mestrado. No entanto, no início do segundo ano de estudos, uma média de 12% dos alunos de bacharelato já abandonaram o sistema de ensino superior. Apenas 39% dos estudantes que se matriculam num programa de mestrado terminam o mesmo dentro da duração teórica do programa; outros 28% concluem o bacharelato durante os três anos seguintes. Os estudantes do sexo masculino e os de um programa profissionalizante do segundo ciclo do Ensino Secundário têm geralmente menos probabilidades de ingressar no ensino superior e completar um curso superior. O ensino superior desempenha um papel importante na aprendizagem ao longo da vida: em média, nos países da OCDE, mais de três em cada quatro estudantes de idade entre os 30?39 anos frequentam um programa do Ensino Superior.

Apesar de a conclusão dos estudos no segundo ciclo do Ensino Secundário ter aumentado 6 pontos percentuais entre 2005 e 2017, em média, nos países da OCDE, 15% das pessoas de idade entre os 25?34 anos não concluíram o segundo ciclo do Ensino Secundário em 2018. Em alguns países, os programas profissionalizantes têm lugar de destaque ao nível do segundo ciclo do ensino secundário. Em média, nos países da OCDE, 40% dos alunos que concluíram o seu percurso escolar com o segundo ciclo do ensino secundário obtiveram uma qualificação profissional em 2017.

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