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Conhece cinco saídas profissionais para quem sente que a sua vocação é trabalhar com os mais novos.

Assistente Social

No âmbito da sua intervenção junto das crianças, um assistente social analisa a situação familiar e social de menores com carências, procurando responder às suas necessidades. Esta profissão é ideal para quem tem um especial gosto em ajudar os outros e se sente motivado para lutar por uma causa.

O objetivo último destes profissionais é promover a mudança social, ou seja, ajudar pessoas vítimas de exclusão, injustiça, pobreza, desemprego, doença ou cumprimento de penas. O setor público é responsável por uma parte significativa do recrutamento, de forma a que possam trabalhar nos domínios da Justiça, da Segurança Social e da Saúde.

As principais tarefas de um assistente social que trabalhe com este público passam por diagnosticar necessidades das crianças, procurar respostas, aconselhar e acompanhar as situações e mobilizar apoios, sempre procurando o bem-estar da população com que trabalha.

Animador/a Sociocultural

Estes profissionais trabalham uma grande variedade de vertentes: podem, por exemplo, ajudar na reabilitação de jovens ou organizar atividades desportivas ou culturais. As tarefas por eles desempenhadas resumem-se como pertencendo aos âmbitos formativo, lúdico e dinamizador. As palavras de ordem são energia e criatividade.

Historicamente, o objetivo de um animador sociocultural é gerar participação, com o objetivo final de aumentar de criar uma solidariedade ativa e baseada na responsabilidade civil. Como tal, o trabalho efetua-se no terreno, adaptando a abordagem aos diferentes públicos ou contextos.

Organizar, coordenar e executar atividades e eventos (educativos, culturais ou desportivos), preparar programas de ocupação de tempos livres (como campos de férias), acompanhar o desenvolvimento artístico das crianças (pintura e música, por exemplo) e identificar carências dos grupos com que trabalha são as suas principais tarefas.

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Terapeuta da fala

Estes profissionais desempenham o seu papel quando há dificuldades de comunicação, normalmente associadas a perturbações no desenvolvimento da linguagem ou da fala. Atuam também junto de crianças surdas, autistas ou multideficientes. O objetivo de todo o seu trabalho é, através de várias técnicas, aumentar as capacidades de compreensão e expressão oral, recorrendo, em alguns casos, à comunicação não-verbal.

Desenvolver técnicas para ultrapassar problemas é, assim, a principal tarefa de um terapeuta da fala, que deve ter em vista a melhor articulação de sons, a fluência, o ritmo da linguagem. Casos como a gaguez e a dislexia também são tratados por estes profissionais. É importante, nesta tarefa, adaptar a abordagem às características da criança, recorrendo a jogos, histórias ou desenhos para aumentar a motivação. 

Cada vez mais, esta é uma área onde a tecnologia é uma aliada, sendo por isso também necessário o domínio de certos recursos e aplicações informáticas que ajudam a criança a ultrapassar os obstáculos. Capacidade de comunicação, criatividade, resiliência e capacidade de trabalho em equipa, são também essenciais.

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Educador/a de Infância

Quando nos referimos a um/a educador/a de infância, estamos a cingir-nos ao pré-escolar, ou seja, a trabalhar com crianças que têm, tradicionalmente, entre os 3 e os 6 anos de idade. Este trabalho é realizado em creches e jardins de infância e tem uma vertente muito forte na dinamização de jogos e brincadeiras que permitam desenvolver as capacidades físicas, psíquicas e emocionais.

Algumas das tarefas desempenhadas por estes profissionais são a organização de atividades individuais e de grupo; o estímulo da aprendizagem a vários níveis (físico, social, intelectual); o desenvolvimento de competências de higiene, de comunicação e de expressão artística (música, dança ou artes plásticas) ou a criação de atividades lúdicas que permitam às crianças interagir e socializar entre si.

Como tal, para se trabalhar nesta área, é necessário ser alguém com sentido de responsabilidade, ter capacidade para estar atento e ensinar, possuir um caráter imaginativo, dinâmico e alegre, bem como disponibilidade para dedicar todo o tempo e recursos necessários a uma criança.

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Auxiliar de Ação Educativa

Estes são profissionais que conheces bem, uma vez que a escola não é feita apenas de professores e alunos. Os auxiliares de ação educativa são responsáveis por fazer a ligação entre os vários elementos de uma escola.

Como tal, a sua área de trabalho não é específica, podendo passar por tarefas como acompanhamento de crianças, controlo de entradas e saídas, vigilância dos espaços, receção e acompanhamento de visitantes, acompanhar passeios e visitas de estudo ou prestar esclarecimentos.

É por esta razão que ser auxiliar de Ação Educativa requer muita polivalência, trabalho de equipa e capacidade de empatia. Por outro lado, pode ser necessário ter conhecimentos nas áreas de higiene e segurança, novas tecnologias (se estiver numa biblioteca ou centro de recursos) ou jogos educativos.

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