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Segundo dados da UNESCO, os cinco países mais escolhidos pelos estudantes portugueses são Reino Unido (20,6%), Espanha (14,4%), França (13.5%), Estados Unidos (7,2%) e Brasil (6,6%). Sabe mais sobre os sistemas de ensino destes países.

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Reino Unido
O número de estudantes estrangeiros inscritos no Reino Unido representa cerca de 20% do seu número total de alunos matriculados (cerca de 420 mil estudantes num universo de 2.3 milhões). De acordo com o British Council, as qualificações lecionadas “são mais geralmente mais curtas que noutros países”, o que permite contrabalançar as despesas relacionadas com propinas e custo de vida que, em regra, são relativamente elevadas.
Existem algumas diferenças entre os sistemas de educação dos estados constituintes do Reino Unido, contudo, todos mantêm uma base similar. A nível das suas instituições de ensino superior, os dois principais tipos de instituições são as universidades e os colégios universitários que diferem, sobretudo, ao nível da dimensão: as universidades tendem a ser maiores, com a sua ação dividida entre o ensino e a investigação.

pexels photo 998736Espanha
Espanha recebe, em média, 50 mil estudantes estrangeiros, sendo considerado um mercado emergente de mobilidade estudantil internacional. Para além de, devido à proximidade linguística, ser procurada por milhares de estudantes sul-americanos, as universidades espanholas demonstram-se ainda apelativas para alunos vindos de alguns países europeus, nomeadamente Itália, França e Portugal.
Tanto a organização do seu sistema de educativo superior como a estruturação da oferta, são bastante semelhantes à portuguesa, sendo que o ensino superior espanhol contempla uma estrutura virada para o ensino vocacional/profissional (ensino politécnico). Uma das diferenças está na escala de avaliação que em Espanha se divide entre o 0 e o 10.

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França
Em todo o mundo, apenas os Estados Unidos, o Reino Unido e a Austrália atraem mais estudantes internacionais do que ensino superior francês (cerca de 235 mil, segundo os dados da UNESCO). O seu sistema é caracterizado por uma grande quantidade de estabelecimentos. Somente em Paris e na sua zona suburbana, por exemplo, podemos encontrar 17 instituições de ensino superior.
Estas instituições dividem-se em três tipos: Universidades Públicas (nas quais estão inscritos 80% dos 2,2 milhões de estudantes do ensino superior francês), 250 Grandes Écoles (“Grandes Escolas”, privadas e públicas, sobretudo centradas nas áreas da gestão e da engenharia) e as Escolas de Arte e Arquitetura.

Estados Unidos
Com cerca de 900 mil estudantes estrangeiros matriculados, os Estados Unidos são o país com maior número de alunos internacionais inscritos. Este número representa, no entanto, apenas 4% do universo geral dos estudantes americanos, tendo em conta os seus mais de 20 milhões de estudantes.
Estruturalmente, o sistema de ensino superior americano divide-se em quatro tipos de instituições: universidades públicas e privadas, colégios de artes liberais (com enfâse nas áreas das artes e das ciências) e colégios comunitários (virados para cursos mais curtos e vocacionais, sobretudo destinados aos habitantes locais).
Na maioria dos rankings internacionais, as universidades americanas dominam o top-10, como, por exemplo, no QS – Top Universities e no THE Ranking, com cinco e sete presenças, respetivamente.

Brasil
O sistema de ensino superior no Brasil é composto por entidades públicas e privadas, sendo dividido por diversos tipos de instituições: universidades, centros universitários, faculdades, institutos superiores e centros de educação tecnológica.
O Estado brasileiro promove alguns projetos tendo em vista o apoio ao acesso de estudantes estrangeiros ao ensino superior, como é o caso do Projeto Milton dos Santos (Promisaes), que procura estimular a cooperação entre o Brasil e outros países (em especial africanos) nas áreas da educação e cultura, através do financiamento a estudantes estrangeiros.
Relativamente às opções curriculares, existem várias opções, contemplando ainda formações como o “bacharelado” (3 a 6 anos) e formações mais curtas como o “tecnologia” (3 a 4 anos, tendo em vista a especialização profissional).

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