Em reunião com o presidente do IPS, Pedro Dominguinhos, e com as direções das escolas superiores de Saúde (ESS/IPS), de Ciências Empresariais (ESCE/IPS) e de Tecnologia de Setúbal (ESTSetúbal/IPS), o responsável angolano explicou que “uma das maiores preocupações do Politécnico do Kwanza Sul é a qualificação do seu corpo docente” e que, nesse sentido, pretende encontrar “instituições de referência em Portugal que nos possam transmitir a sua experiência”. 

A instituição de ensino superior angolana, em funcionamento desde 2007, ministra atualmente cinco licenciaturas nas áreas de Agronomia, Contabilidade e Gestão e Enfermagem, contando com um universo de 1 750 alunos.  

“Angola é um país que está a crescer e necessita de qualificar pessoas. Há uma competitividade muito grande, porque as empresas estão a surgir, mas, a nível nacional, não dispomos de recursos humanos capazes”, referiu, sublinhando a experiência do IPS, “não só na formação dentro da instituição, como também na ligação com o ambiente de trabalho”, muito particularmente na área da Enfermagem onde “Portugal goza do estatuto de referência em toda a Europa e em Angola também”. A visita passou pelos laboratórios de Enfermagem, de Contabilidade e Finanças e de Mecânica e ainda pela Oficina Lu Ban Portuguesa (laboratório em Indústria 4.0).

Atualmente, frequentam o IPS cerca de 150 estudantes angolanos, distribuídos pela ESCE/IPS, ESTSetúbal/IPS e ainda pela Escola Superior de Tecnologia do Barreiro (ESTBarreiro/IPS).

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